terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Formação Continuada em Informática Educativa para Educadores da EEFM Profa. Balbina Jucá Albuquerque
Fui convidada pela Direção da EEFM Profa. Balbina Jucá Albuquerque para ser Tutora em uma Formação Continuada em Informática Educativa para seus Educadores. O Projeto iniciou em Dezembro de 2010 e prevê 4 encontros presenciais neste 1º módulo.
apresentação_curso_balbina
Eis as fotos do 1º Encontro em 04/12/2010:
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
SPAECE 2010
As Escolas do Sistema Municipal de Educação de Fortaleza/CE receberão no período de 07/02/11 a 11/02/11 os aplicadores do Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará - SPAECE.
Eis algum material que pode ajudar os colegas professores na preparação para esta avaliação externa:
BoletimPegagogicoAlfabetizacaoSPAECE
caderno_tipo_01_provaPaic
caderno_tipo_02_Paic
caderno_tipo_03_Paic
caderno_tipo_04_PAIC
Eis algum material que pode ajudar os colegas professores na preparação para esta avaliação externa:
BoletimPegagogicoAlfabetizacaoSPAECE
caderno_tipo_01_provaPaic
caderno_tipo_02_Paic
caderno_tipo_03_Paic
caderno_tipo_04_PAIC
sábado, 18 de dezembro de 2010
Organiza o Natal
Carlos Drummond de Andrade
Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.
Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.
Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.
A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.
A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.
Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.
O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.
Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.
A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.
O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.
E será Natal para sempre.
Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.
Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Dia Nacional da Psoríase
O que é Psoríase?
É uma doença inflamatória crônica da pele que se manifesta, na maioria das vezes, por lesões eritematosas (róseas ou avermelhadas) recobertas por escamas esbranquiçadas. Em alguns casos, as lesões podem estar localizadas apenas nos cotovelos, joelhos ou couro cabeludo. Já em outros, se espalham por toda a pele. Frequentemente há acometimento das unhas. Embora seja pouco frequente, existem casos em que as articulações também podem ser afetadas causando a artrite psoriásica. A psoríase causa grande impacto na qualidade de vida dos pacientes que, muitas vezes, se sentem rejeitados ou discriminados em seus ambientes sociais e de trabalho.
O que causa a Psoríase?
Os motivos que causam a psoríase ainda não estão totalmente esclarecidos. As pesquisas científicas demonstram que existe alguém na família com o mesmo problema em 30% dos casos. Alguns fatores podem aumentar ou desencadear a doença, como o estresse emocional, traumas ou irritações na pele, infecções na garganta, baixa umidade do ar ou alguns medicamentos.
Quem desenvolve a Psoríase?
A psoríase é uma doença milenar muito comum. Afeta quase 3% da população, tanto homens quanto mulheres. Normalmente aparece na segunda década da vida. Quando os menores de 15 anos são atingidos é porque, provavelmente, algum dos familiares teve a doença.
A Psoríase é contagiosa?
Não se pega psoríase de ninguém e não existe nenhum motivo para os pacientes evitarem contato físico com outras pessoas ou vice-versa.
Como é feito o diagnóstico?
Pelo simples exame clínico do dermatologista, que é o médico mais indicado para tratar da pele, cabelos e unhas. A psoríase não causa manifestação nos órgãos internos, por isso, os exames de laboratórios têm pouca utilidade. Além do "olho clínico", o único recurso que pode confirmar o diagnóstico é a biópsia da pele: um exame simples, feito no consultório ou ambulatório, em que o médico tira um pedacinho da pele para análise.
Quais os tipos de Psoríase?
Psoríase vulgar ou em placas
A psoríase em placas, vulgar ou numular é a mais comum. Atinge 90% dos pacientes. A doença pode apresentar diferenças em relação à intensidade e evolução. As áreas mais afetadas são cotovelos, joelhos, couro cabeludo, região lombo-sacra e umbigo.
Psoríase nas unhas ou ungueal
Em até 90% dos casos a psoríase pode envolver as unhas, correspondendo a um grande estigma da doença, pois interfere nas relações sociais e atividades de trabalho. Umas das principais características da doença é o descolamento da unha (onicólise). Para minimizar é preciso que o paciente evite traumatismos. Por isso, é importante manter a unha curta, seca e limpa para diminuir as chances de ocorrerem estímulos que possam intensificar o descolamento.
Artrite psoriática
Uma pequena parcela da população de pacientes pode apresentar esse tipo de manifestação da doença, que pode apresentar inflamações nas cartilagens e articulações, desenvolvendo dor, dificuldades nos movimentos e alterações na forma das articulações.
Além dos principais tipos de psoríase, também destacamos:
•Psoríase em gotas
•Psoríase eritrodérmica
•Psoríase pustulosa
•Psoríase invertida
•Psoríase palmo-plantar
Tratamento
São várias as formas de tratamento, portanto cabe ao dermatologista avaliar a melhor indicação. Nas formas leves, são prescritos medicamentos tópicos sob a forma de pomada, loções, xampus ou géis. Nas formas mais avançadas, além de duas ou três sessões de fototerapia por semana, podem ser indicados medicamentos de uso interno via oral ou injetável, dependendo do caso. É fundamental usar diariamente hidratantes ou substâncias que ajudem a manter a pele com menos escamas.
Seja otimista
A psoríase é uma doença que pode ser controlada e não é contagiosa. O estresse e a ansiedade são fatores que desencadeiam ou agravam a psoríase, portanto tente adotar um estilo de vida menos estressante e, caso não consiga, procure a ajuda na associação de pacientes da sua cidade ou a de um psicoterapeuta.
FONTE: Portal da Sociedade Brasileira de Dermatologia (www.http://www.sbd.org.br/campanha/psoriase/sobrepso.aspx)
É uma doença inflamatória crônica da pele que se manifesta, na maioria das vezes, por lesões eritematosas (róseas ou avermelhadas) recobertas por escamas esbranquiçadas. Em alguns casos, as lesões podem estar localizadas apenas nos cotovelos, joelhos ou couro cabeludo. Já em outros, se espalham por toda a pele. Frequentemente há acometimento das unhas. Embora seja pouco frequente, existem casos em que as articulações também podem ser afetadas causando a artrite psoriásica. A psoríase causa grande impacto na qualidade de vida dos pacientes que, muitas vezes, se sentem rejeitados ou discriminados em seus ambientes sociais e de trabalho.
O que causa a Psoríase?
Os motivos que causam a psoríase ainda não estão totalmente esclarecidos. As pesquisas científicas demonstram que existe alguém na família com o mesmo problema em 30% dos casos. Alguns fatores podem aumentar ou desencadear a doença, como o estresse emocional, traumas ou irritações na pele, infecções na garganta, baixa umidade do ar ou alguns medicamentos.
Quem desenvolve a Psoríase?
A psoríase é uma doença milenar muito comum. Afeta quase 3% da população, tanto homens quanto mulheres. Normalmente aparece na segunda década da vida. Quando os menores de 15 anos são atingidos é porque, provavelmente, algum dos familiares teve a doença.
A Psoríase é contagiosa?
Não se pega psoríase de ninguém e não existe nenhum motivo para os pacientes evitarem contato físico com outras pessoas ou vice-versa.
Como é feito o diagnóstico?
Pelo simples exame clínico do dermatologista, que é o médico mais indicado para tratar da pele, cabelos e unhas. A psoríase não causa manifestação nos órgãos internos, por isso, os exames de laboratórios têm pouca utilidade. Além do "olho clínico", o único recurso que pode confirmar o diagnóstico é a biópsia da pele: um exame simples, feito no consultório ou ambulatório, em que o médico tira um pedacinho da pele para análise.
Quais os tipos de Psoríase?
Psoríase vulgar ou em placas
A psoríase em placas, vulgar ou numular é a mais comum. Atinge 90% dos pacientes. A doença pode apresentar diferenças em relação à intensidade e evolução. As áreas mais afetadas são cotovelos, joelhos, couro cabeludo, região lombo-sacra e umbigo.
Psoríase nas unhas ou ungueal
Em até 90% dos casos a psoríase pode envolver as unhas, correspondendo a um grande estigma da doença, pois interfere nas relações sociais e atividades de trabalho. Umas das principais características da doença é o descolamento da unha (onicólise). Para minimizar é preciso que o paciente evite traumatismos. Por isso, é importante manter a unha curta, seca e limpa para diminuir as chances de ocorrerem estímulos que possam intensificar o descolamento.
Artrite psoriática
Uma pequena parcela da população de pacientes pode apresentar esse tipo de manifestação da doença, que pode apresentar inflamações nas cartilagens e articulações, desenvolvendo dor, dificuldades nos movimentos e alterações na forma das articulações.
Além dos principais tipos de psoríase, também destacamos:
•Psoríase em gotas
•Psoríase eritrodérmica
•Psoríase pustulosa
•Psoríase invertida
•Psoríase palmo-plantar
Tratamento
São várias as formas de tratamento, portanto cabe ao dermatologista avaliar a melhor indicação. Nas formas leves, são prescritos medicamentos tópicos sob a forma de pomada, loções, xampus ou géis. Nas formas mais avançadas, além de duas ou três sessões de fototerapia por semana, podem ser indicados medicamentos de uso interno via oral ou injetável, dependendo do caso. É fundamental usar diariamente hidratantes ou substâncias que ajudem a manter a pele com menos escamas.
Seja otimista
A psoríase é uma doença que pode ser controlada e não é contagiosa. O estresse e a ansiedade são fatores que desencadeiam ou agravam a psoríase, portanto tente adotar um estilo de vida menos estressante e, caso não consiga, procure a ajuda na associação de pacientes da sua cidade ou a de um psicoterapeuta.
FONTE: Portal da Sociedade Brasileira de Dermatologia (www.http://www.sbd.org.br/campanha/psoriase/sobrepso.aspx)
sábado, 2 de outubro de 2010
II Simpósio Mídia Nordeste 13, 14 e 15 de outubro de 2010
LOCAL - Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura Fortaleza-Ceará
Coordenação Geral: Ana Quezado e Elisabete Jaguaribe
Produção: Joafrânia Nogueira e Luzia Rolim
Dia 13 : Televisão, cultura e história
Manhã: 8h30 - Abertura
9h30 às 10h30
Mesa 1: Televisão e Cultura no Brasil
Dr. Cláudio Paiva (UFPB) e Dr. Gilmar de Carvalho (UFC)
Coordenação: Dr. Custódio Almeida – Pró-reitor de Graduação da Universidade Federal do Ceará
10h45 às 12h45
Mesa 2: Televisão e a política no Brasil
Dra. Maria Helena Weber (UFRS) e Dr. Venício Artur de Lima (UNB)
Coordenação: Dra. Geísa Mattos (UFC)
Tarde: 14h30 – 16h30
Mesa 3: A televisão como lugar de memória
Dra. Marialva Barbosa (UFF) e Ana Paula Goulart (UFRJ)
Coordenação: Dra. Erotilde Honório (UNIFOR)
16h45 – 18h45
Mesa 4: A história na televisão e a televisão na história
Dr. Frederico de Castro Neves (UFC) e Dra. Maria Helena Capelato (USP)
Coordenação: Dra. Adelaide Gonçalves (UFC)
19 horas
Lançamento do Livro “Nordeste, Memórias e narrativas da mídia” – com organização das professoras Geísa Mattos, Elisabete Jaguaribe e Ana Quezado, o livro reúne as reflexões geradas no Iº Simpósio 200 anos de História da Mídia no Nordeste, realizado pelo Instituto de Referência da Imagem e do Som, em 2008.
Dia 14: Televisão e a invenção do Nordeste
Manhã: 8h30 às 10h30
Mesa 5: A construção da idéia de Nordeste nas mini-séries de TV
Dra. Mônica Kornis (FGV-RJ) e Dr.Régis Lopes (UFC)
Coordenação: Ms.Elisabete Jaguaribe (UNIFOR/IRIS)
10h45 às 12h45
Mesa 6: O lugar do Nordeste nas telenovelas brasileiras
Dra. Sheila Schvartzman (Universidade Anhembi-Morumbi) e Dra. Maria Immacolata Vassalo de Lopes (USP)
Coordenação: Dra. Roberta Manuela Barros (UECE)
TARDE
14h30 às 16h30
Mesa 7: As buscas do telejornalismo na sociedade contemporânea
Dr. Alfredo Viseu (UFPE) e Jornalista Marcelo Canellas (Globo)
Coordenação: Ms. Ana Quezado (UNIFOR)
16h45 às 18h45
Mesa 8: Dossiê Guel Arraes: as invenções do audiovisual na TV
Dr. Alexandre Figueroa (Universidade Católica de Pernambuco) e Dr.Cláudio Bezerra (UFPE)
Coordenação: Dr. Márcio Acserald (UNIFOR)
Dia 15: TV: as novas experiências de linguagens
Manhã
8h30 às 10h30
Mesa 9: “Rodas de Memória” – pioneiros da televisão cearense falam sobre a experiência dos primeiros tempos da TV.
10h45 às 12h45
Mesa 10: Cinema e TVs: imagens em trânsito
Dr. Renato Luiz Pucci (Universidade Tuiuti - Paraná) e Dra. Meize Regina (UFC)
Coordenação: Ms. Ricardo Salmito (UFC)
Tarde
14h30 às 16h30
Mesa 11: TVs Regionais: os desafios da produção fora do eixo
Dr. Laurindo Leal (USP) e Dr. Cidoval de Sousa (UFPB)
Coordenação: Cineasta Glauber Filho (UNIFOR)
16h45 às 19h
Conferência de Encerramento: “Dos televisores à televisão: Técnica, cultura e política na historia dos meios de comunicação" (com tradução simultânea)
Dra. Mirta Varela (Universidade de Buenos Aires)
Coordenação: Dr. Tarciso Pequeno – presidente da FUNCAP
Coordenação Geral: Ana Quezado e Elisabete Jaguaribe
Produção: Joafrânia Nogueira e Luzia Rolim
Dia 13 : Televisão, cultura e história
Manhã: 8h30 - Abertura
9h30 às 10h30
Mesa 1: Televisão e Cultura no Brasil
Dr. Cláudio Paiva (UFPB) e Dr. Gilmar de Carvalho (UFC)
Coordenação: Dr. Custódio Almeida – Pró-reitor de Graduação da Universidade Federal do Ceará
10h45 às 12h45
Mesa 2: Televisão e a política no Brasil
Dra. Maria Helena Weber (UFRS) e Dr. Venício Artur de Lima (UNB)
Coordenação: Dra. Geísa Mattos (UFC)
Tarde: 14h30 – 16h30
Mesa 3: A televisão como lugar de memória
Dra. Marialva Barbosa (UFF) e Ana Paula Goulart (UFRJ)
Coordenação: Dra. Erotilde Honório (UNIFOR)
16h45 – 18h45
Mesa 4: A história na televisão e a televisão na história
Dr. Frederico de Castro Neves (UFC) e Dra. Maria Helena Capelato (USP)
Coordenação: Dra. Adelaide Gonçalves (UFC)
19 horas
Lançamento do Livro “Nordeste, Memórias e narrativas da mídia” – com organização das professoras Geísa Mattos, Elisabete Jaguaribe e Ana Quezado, o livro reúne as reflexões geradas no Iº Simpósio 200 anos de História da Mídia no Nordeste, realizado pelo Instituto de Referência da Imagem e do Som, em 2008.
Dia 14: Televisão e a invenção do Nordeste
Manhã: 8h30 às 10h30
Mesa 5: A construção da idéia de Nordeste nas mini-séries de TV
Dra. Mônica Kornis (FGV-RJ) e Dr.Régis Lopes (UFC)
Coordenação: Ms.Elisabete Jaguaribe (UNIFOR/IRIS)
10h45 às 12h45
Mesa 6: O lugar do Nordeste nas telenovelas brasileiras
Dra. Sheila Schvartzman (Universidade Anhembi-Morumbi) e Dra. Maria Immacolata Vassalo de Lopes (USP)
Coordenação: Dra. Roberta Manuela Barros (UECE)
TARDE
14h30 às 16h30
Mesa 7: As buscas do telejornalismo na sociedade contemporânea
Dr. Alfredo Viseu (UFPE) e Jornalista Marcelo Canellas (Globo)
Coordenação: Ms. Ana Quezado (UNIFOR)
16h45 às 18h45
Mesa 8: Dossiê Guel Arraes: as invenções do audiovisual na TV
Dr. Alexandre Figueroa (Universidade Católica de Pernambuco) e Dr.Cláudio Bezerra (UFPE)
Coordenação: Dr. Márcio Acserald (UNIFOR)
Dia 15: TV: as novas experiências de linguagens
Manhã
8h30 às 10h30
Mesa 9: “Rodas de Memória” – pioneiros da televisão cearense falam sobre a experiência dos primeiros tempos da TV.
10h45 às 12h45
Mesa 10: Cinema e TVs: imagens em trânsito
Dr. Renato Luiz Pucci (Universidade Tuiuti - Paraná) e Dra. Meize Regina (UFC)
Coordenação: Ms. Ricardo Salmito (UFC)
Tarde
14h30 às 16h30
Mesa 11: TVs Regionais: os desafios da produção fora do eixo
Dr. Laurindo Leal (USP) e Dr. Cidoval de Sousa (UFPB)
Coordenação: Cineasta Glauber Filho (UNIFOR)
16h45 às 19h
Conferência de Encerramento: “Dos televisores à televisão: Técnica, cultura e política na historia dos meios de comunicação" (com tradução simultânea)
Dra. Mirta Varela (Universidade de Buenos Aires)
Coordenação: Dr. Tarciso Pequeno – presidente da FUNCAP
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